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Depois de uma quinta temporada sem graça, com muitos erros e perdendo uma chance de remeter um outro grande finale,  a sexta temporada de Dexter iniciou, que diante desses dois primeiros episódios deu pra notar que o seriado voltou com a força máxima prometendo novas dificuldades para o serial killer mais querido dos seriados. A única coisa que fico receoso concerne ao fato de usar religiões, melhor o conceito de fé para manusear as intempéries do serial killer, pois como se trata de um programa americano fatalmente pode cair naquela coisa tão antiquada de referência a causalidade. Tipo, tudo tem um motivo para que algo ocorra dessa seguinte maneira. Porém, espero que não caiam nessa, ou ao menos, utiliza de maneira branda não ficando tão explícita.

Nessa sexta temporada aparenta que os “vilões” pelos quais Dexter irá enfrentar se situam numa seita religiosa (de dois integrantes), que ainda não sabemos o impulso deles para realizarem o que estão planejando. Pelo que parece tem a ver com a compreensão de o fim do mundo já está na porta e estão realizando um pacto de purificação. Outro caminho concerne a um ex-presidiário que agora virou pastor, que procura dar endireitada aos presidiários que estão sob condicional. Só que Dexter desconfia de que ele esteja realmente afastado das ondas de crimes, principalmente assassinatos, com isso se aproxima para verificar se casa esse “bom pastor” não tenha também o caminho para mesa de execução dexteriana. Na minha opinião vai acabar confirmando que esse cara se endireitou e dará um bom aprendizado para Dexter poder controlar o seu Dark Passenger. Na polícia de Miami, Debra se tornou a tenente do setor de homicídios, o que caminhará para o seriado uma abordagem mais “humana” aos policiais. Porém, o grande mote dessa sexta temporada realmente concerne a fé e como relacionar ela com as mais variadas confusões da nossa vida, para isso teremos de esperar o restante do seriado.

Uma notícia que saiu recentemente concerne ao fato de que o ator Michael C. Hall (Dexter) está pedindo 24 milhões de dólares para mais duas temporadas, enquanto os produtores oferecem “apenas” 20 milhões, nisso pode ocorrer algum entrave para a continuação do seriado. Além do que, devido a separação de Michael e Jenniffer Carpenter (Debra Morgan) o relacionamento deles agora só se dão quando tem de gravar uma cena juntos, caso contrário nem olhar pro rosto do outro isso fazem. Bom, isso são detalhes da produção que deixa os fãs na espera de ao menos um final digno a toda a repercussão da série, senão ficará no ar que eles perderam de terminar a série nessa ou na temporada anterior. Uma última observação, vocês já notaram que Jenniffer Carpenter e a goleira de futebol dos EUA Hope Solo não se parecem?