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No meio acadêmico de filosofia há um relato de que certa vez houve uma grande reunião com pesquisadores de vários países para poderem refletir sobre os elefantes. Como eles interagem com o próprio meio-ambiente, porque em alguns lugares são sagrados e qual a sua força de influência no modo de ser do homem. A discussão foi longa, atravessando vários dias, chegando a um impasse de certas tendências filosóficas frente ao problema. Com isso, cada grupo de pesquisadores retornaram aos seus respectivos países e depois de algum tempo, cada um publicou o resultado das suas pesquisas.

O resultado foi o seguinte. Os Alemães escreveram um calhamaço de 600 paginas procurando investigar a incondicionalidade dos elefantes para com a possibilidade analítica dos animais,ficando intitulado: O campo transcendental dos elefantes. Os Franceses preferiu escrever de forma leve, procurando alcançar um grande público contrapondo os elefantes com um sentimento preterido pelos homens, assim ficou o título: Os Elefantes e o Amor. Os Ingleses teve, entretanto, sua pesquisa transformada num livreto de no máximo 90 páginas direcionado à análise proposicional a partir da questão-título: Como são possíveis os elefantes nas savanas? Já nos EUA houve uma enorme demanda de pesquisadores ao redor do mundo contratados para poder direcionar o problema para um caminho, que procurasse alcançar o grau pragmático da existência dos elefantes junto com algumas influências de física quântica. Com isso, adveio o livro: Será que os elefantes existem nas savanas? Enquanto isso na Itália houve um grande movimento para desvendar o problema dos elefantes, já passaram vários anos e a comunidade filosófica mundial ainda espera o livro como resultado da pesquisa italiana.

Você ainda pode questionar acerca do Brasil qual fora o resultado da pesquisa, devo dizer que para tal evento não forma enviados  representantes brasileiros.